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Kings of the ghetto foi criada em 2007 por Andre F Souza no intuito de divulgar o funk pelo Brasil ,firmamos parcerias pelo rio de janeiro baixada santista e por toda são paulo , o nome da firma estava em todas baladas e de sp e espalhada por toda a cidade, participamos de muitos eventos e festa no meio do ritmo em 2010 virou fenômeno no youtube com milhares de viwer , e logo adiante em 2013 formado a equipe Kings of the Ghetto Equipe , que onde chegava causava bagunça festa e muita alegria e um pouco de revolta também . E a caminhada continua quer se juntar a esse monte de malucos é so entrar em contato com os diretores

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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Em debate no DF, antropóloga questiona criminalização do funk: 'Terá que censurar toda indústria criativa'


Audiência pública no Senado Federal debateu proibição do ritmo, proposta por morador de São Paulo. Especialista reforçou coro de funkeiros sobre a importância cultural e política do estilo.

Comissão de Direitos Humanos do Senado debate proposta de ideia legislativa que quer criminalizar o funk no Brasil (Foto: Luiza Garonce/G1)


antropóloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro Mylene Mizrahi declarou nesta quarta-feira (13),

 em audiência pública no Senado Federal,

 que "se [o governo] for censurar o funk, vai ter que censurar toda a indústria criativa". 
A reunião foi convocada para debater a 

sugestão de um projeto de lei para criminalizar o ritmo musical, e os bailes associados a ele.
Ritmo originário das favelas cariocas,

 o funk é descrito pelo autor da ideia legislativa

 – o morador de São Paulo Marcelo Alonso – como “crime de saúde pública à criança,

 ao adolescente e à família". A proposta foi enviada ao Senado em 23 

de janeiro por meio do portal e-Cidadania, que recebe sugestões da população para o Congresso.
A sessão começou por volta das

 11h na Comissão de Direitos

 Humanos do Senado, com MCs, representantes de órgãos ligados à juventude das periferias, 

produtores musicais e especialistas.
Produtores musicais e MCs de Brasília durante audiência pública no Senado que debateu 
proposta de criminalização do funk (Foto: Luiza Garonce/G1)

O senador Romário (Podemos)

 é contrário à proposta e disse que, ao assumir a relatoria, tomou “consciência de que existem
 pessoas no mundo que vão sempre na contramão daquilo que faz bem.”
“É muito estranho num universo de 20 mil pessoas, não aparecer ninguém aqui pra defender o 
que é ridículo, o preconceito.”
Retrato da realidade
A primeira da mesa a falar foi Mylene

 Mizrahi, estudiosa do funk como "música de crítica social e inventividade cultural". Ela destacou 

a importância do ritmo como expressão de uma parcela marginalizada da população. 

“O funk traduz a sociedade em que vivemos e propõe conversas sobre ela, ao contrário do que 
está sendo proposto aqui."
“Não adianta achar que acabando com o funk vão se acabar com as mazelas do Brasil.”
Segundo ela, a proposta de criminalizar 

o ritmo é uma forma de tentar 

"fechar os olhos para a própria responsabilidade social" com as desigualdades e a carência de 

políticas públicas eficazes no país.
Bruno Ramos, coordenador da Liga do Funk, fala em palestra (Foto: Caio Kenji/G1)

O representante da Secretaria Nacional da

 Juventude, Bruno Ramos, diz seguir pensamento similiar. “É fácil empurrar o problema pra debaixo 

do tapete da periferia", disse. 

“Se não é pela mão do crime organizado, é pela mão do trabalhador mal remunerado que

 o dinheiro chega na periferia."
"Além do futebol, o funk é uma das

 poucas oportunidades de sair dessa realidade.”
 MC Koringa (Foto: Divulgação/ MC Koringa)

Autor dos hits "Taca taca" e "Tamborzão ta rolando",

 o MC Koringa também falou brevemente 

sobre o início da própria trajetória no funk, aos 16 anos.

 Na época, o sonho dele era ter uma

 banda, mas a família não tinha 

dinheiro para comprar qualquer 

instrumento. "Por meio de uma batidinha eletrônica qualquer, 
consegui fazer música e cantar minhas letras."
"O que o jovem da favela vive é

 o que canta. Será que se o que está exposto aos olhos dele fosse diferente 
ele não cantaria uma outra realidade?"
O funkeiro estourou em 1996, 

quando participou da coletânea

 "O melhor da Rádio Imprensa Vol. 2", produzida pelo DJ Marlboro

. Foi com o lançamento da música 

“Pedala Robinho”, em 2005, que MC Koringa alcançou autonomia no funk, com produção própria.
Para ilustrar o alcance desse funk

 e a importância que o ritmo tem para o Brasil,'

 a antropóloga Mylene contou que esteve recentemente em Paris, na França, e escutou um 

''flautista tocar “Bumbum tamtam”, do MC Fioti, dentro de um café em Marrais – bairro nobre da cidade.
“Quem quer a criminalização 

do funk que venha a público e diga que não sabe viver em democracia.

 Que quer submeter e castrar a juventude, em especial a pobre.”
Sobre isso, o Mc Bob Rum destacou que morador da favela só 
começou a se orgulhar da região onde vive quando a música “Eu só quero é ser feliz”,
 de Cidinho e Doca, lançada em 1995, virou hit em todo o país.
 “A gente começou a sentir orgulho de morar em Santa Cruz, na Vila da Penha, na periferia.
 Um orgulho que estava reprimido.”
Apelo sexual
Os pancadões são bailes funk que ocupam ruas e avenidas da periferia de São Paulo (Foto: Jardiel Carvalho/R.U.A Foto Coletivo)

Quanto às letras de cunho sexual, taxadas de sexistas, machistas e ofensivas,
 Bruno pediu desculpas em nome da “massa funkeira”, mas ressaltou que não é o funk quem reforça estes comportamentos assimilados culturalmente ao longo dos anos.
“Eu, como funkeiro, não concordo com algumas coisas que são colocadas nas letras. 
E como homem digo que ser machista não é um orgulho. Peço desculpas pelo 
‘funk putaria’. Mas não é o funk que reforça. Colocamos o dedo na ferida, 
falamos sobre machismos e temas que são tabus na sociedade.”
Ideia legislativa
A proposta foi enviada ao Senado em 23 de janeiro de 2017 por meio 
do portal e-Cidadania e havia recebido 52.236 votos favoráveis e 38.264 contrários até a publicação desta reportagem.
Para ser debatida em audiência pública na CDH, qualquer sugestão de 
ideia legislativa precisa obter, no mínimo, 20 mil votos. O resultado virtual, no entanto, não representa necessariamente o posicionamento da população brasileira.
Por isso, para que a proposta seja transformada em lei,
 ela precisa ser aprovada na comissão, onde será reescrita em formato de projeto de lei, e ser avaliada pelo Plenário. Não há prazo para a finalização do trâmite.
No site, também há propostas com mais de 20 mil votos que podem 
gerar impactos sociais significativos, como a que pede o fim do 
auxílio-moradia para deputados, juízes e senadores, que tem 
253.807 apoios e que sugere a criminalização da homofobia, com 55.698
 apoios. Ambas aguardam posicionamento da relatoria da CDH.
Outras sugestões que também esperam por um posicionamento da
 mesa são a que pede um referendo para a restauração da monarqui
a parlamentarista no Brasil, com 28.564 apoios, a que propõe a 
extinção do termo “feminicídio” e a que pede “anistia” do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC).




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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Kings of the Ghetto volta a todo vapor no youtube

Depois de alguns meses parado o youtube da firma volta ativa 
e com vários lançamentos e links para Download

Confira a incrível Playlist Abaixo




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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Anitta ensina "sarrada" a produtor de Justin Bieber: "aqui todos curtem funk"

Um curioso vídeo publicado nas redes sociais mostra a cantora Anitta ensinando a "sarrada" ao produtor Josh Gudwin, que trabalha com Justin Bieber. O passo de dança é popular, em especial, no funk. 















           

                                                                                            Momento de descontração foi registrado emviagem da artista aos EUA

O vídeo foi gravado enquanto Anitta esteve de passagem pelos Estados Unidos. A artista, que tem agido para dar início a uma carreira internacional, esteve na terra do Tio Sam para realizar trabalhos relacionados ao lançamento da música "Switch", gravada em parceria com Iggy Azalea

Apesar da viagem ter sido a trabalho, Anitta também aproveitou para se divertir. E um desses momentos de descontração envolveu a "sarrada" com Josh Gudwin. Na ocasião, ela também apresentou músicas de funk produzidas no Brasil ao produtor e a outros estrangeiros. 

Ao longo dos vídeos, que estiveram presentes no seu Instagram Stories ao longo da última quarta-feira (26), Anitta também deu um "recado" àqueles que criticam o funk no Brasil. "Só quem fala mal de funk são vocês mesmo, aqui todo mundo gosta", afirmou, em tom de brincadeira.

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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Estrela do funk, MC Livinho jogará futebol 7 por clube paulista

Convite para músico atuar pelo Audax foi feito por Vampeta durante show de Ludmilla. Sonho de MC Livinho é jogar profissionalmente pelo Corinthians, seu clube de coração

MC Livinho terá uma profissão extra em 2017. Após brilhar nas peladas beneficentes de final de ano, o cantor de funk jogará pela equipe de futebol 7 do Audax, categoria semelhante ao futebol society. O autor do hit "Cheia de Marra" não terá moleza no clube paulista. Viverá uma vida de jogador: treinará e receberá salário, mas não deixará a música de lado. A estreia pode ser neste sábado, às 15h15 (de Brasília), contra a Portuguesa, na Arena Nacional, pela segunda rodada da Copa Nacional. 
– Vai ser só caixa. Sempre gostei de jogar em peladinha de rua, mas nunca fiz teste. A única coisa que fiz primeiro antes de jogar, foi cantar. Comecei aos quatro anos. Eu quero jogar para mostrar que eu jogo bem, que eu gosto de futebol. Não meto a cara em coisa que eu não sei. Tudo o que eu faço, eu faço bem. Os caras do Santos até me chamaram para treinar, mas fica longe ir para lá – afirmou MC Livinho ao GloboEsporte.com.
O convite para o funkeiro atuar pelo Audax foi feito por Vampeta durante show da cantora Ludmilla, em uma famosa balada paulistana. O presidente do Audax ficou encantado pela atuação de MC Livinho no amistoso beneficente entre Santos 1995 x Santos 2002. O jogo aconteceu no último 16 de dezembro, na Vila Belmiro. O músico fez cinco gols na partida, que também teve a presença de Elano, Tchê Tchê e Marcos Assunção.
MC Livinho Santos (Foto: Arquivo Pessoal)MC Livinho no vestiário da Vila Belmiro antes de amistoso beneficente (Foto: Arquivo Pessoal)
– Tinha levado minha filha no show da Ludmilla e encontrei o Livinho lá. Estava com o Pepê (Junior, diretor de comunicação do Audax). Falei: "Pô, leve ele logo para o time". Não vai atrapalhar em nada a vida dele. Já até tinha falado antes com o Livinho, mas lá confirmou. Ele joga bem. Jogamos juntos toda terça em um racha. Ele é bem dedicado. Faz até treino a parte nos outros dias da semana. Não descarto levá-lo para o profissional do Audax. Tudo é possível – contou Vampeta, o presidente do Audax.
Como a categoria futebol 7, que possui as mesmas regras do futebol society, ainda não é completamente profissional, os jogadores treinam uma vez durante a semana. A ideia é que o músico participe de todas atividades, assim como qualquer outro jogador do Audax, já que também será assalariado – ele receberá R$ 10 mil por mês. Apesar disso, MC Livinho assegura que a prioridade ainda é a música.
– Vida de músico em primeiro lugar. É o meu sustento. Não posso sair da música para jogar bola, que é o sonho, o hobby – disse o funkeiro.
Mas esta situação pode mudar. O sonho do autor de hits consagrados como "Cheia de Marra" e "Tudo de Bom" é um dia se tornar jogador profissional, principalmente pelo Corinthians, seu clube de coração.
– Pensar, eu penso. Todo sonho é possível. Quem sabe algum dia acontece? Sou maloqueiro, como não seria corintiano? Se eu jogasse pelo Timão, eu ia acabar com tudo, só caixa. Vampeta é um ídolo que tenho, assim como Marcelinho, Edilson, Romarinho... Esses eram pica – finalizou MC Livinho. 

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sábado, 19 de novembro de 2016

Quando vou a um baile funk, percebo a sonhada democracia racial', diz Sérgio Loroza


Ator fala sobre racismo no País e suas consequências no mundo artístico


Conhecido do grande público por seus diversos papéis em filmes e programas de TV, o ator e cantor Sérgio Loroza falou ao E+ a respeito da presença do negro na TV e na sociedade brasileira às vésperas do Dia da Consciência Negra.

Para ele, ainda que falte muito a ser conquistado em termos de igualdade racial, a data precisa ser festejada. "Eu sou o típico fruto dessa luta, que começou há muito tempo. Acho que todas as minhas vitórias são pequenas comparadas com nosso povo, mas é necessário comemorar. Até porque a gente é bom de festa pra caramba! Quando a gente celebra, acaba propondo uma diferença de atitude para as pessoas, de uma maneira geral", disse.
Sobre a presença de negros em papéis na televisão, Loroza adota uma postura crítica: "Ainda é muito pouca, muito menor do que nossa realidade. Infelizmente, no Brasil, nós somos a maioria em presídios, delegacias e penitenciárias. Nos lugares bons, somos poucos". Ele ainda frisa que o pouco destaque nos trabalhos também acaba sendo prejudicial para a representatividade: "São personagens que não têm tanta relevância dentro da trama, e isso é ruim porque as pessoas acabam não se identificando, não se se vendo ali, retratadas".

O ator também fala de suas próprias experiências de vida para debater sobre as formas de perceber a desigualdade: "Por ser ex-favelado e artista, eu tenho acesso a todas as camadas sociais. Quando vou a um baile funk, por exemplo, percebo que existe essa sonhada 'democracia racial'. Ali tá todo mundo 'junto e misturado': japonês, nordestino, branco, preto. Mas quando vou num hotel fino, aí sou eu e mais cinco [negros], sendo que três são seguranças e dois são faxineiros".
"Com mais gente tendo possibilidade de estar no topo, na parte de cima da pirâmide, aliviaria o preconceito. Não seria tão estranho que o negão dentro de um carro de luxo não seja só o motorista, ou que o de terno não seja só segurança ou pastor", complementa.
Loroza também é crítico do pensamento que costuma reduzir a relevância ou até mesmo a existência do preconceito racial em nossa sociedade. "Tem que parar esse discurso de 'somos só a raça humana' e passar a realmente dar chance pra galera da 'raça humana' que tenha a coloração da pele um pouquinho mais escura. Evidentemente quando eu falo isso, uma galera vai dizer que é 'mi mi mi'. Eu digo que eles fazem 'mi mi mi' do 'mi mi mi', porque não querem nem dar o direito da gente reclamar, de chorar, gritar de dor. Pô, isso aí é muita crueldade".
"Eu sou esperançoso. Acho que estamos no caminho. A possibilidade de deixar que os negros tenham lugar de fala é importante pra caramba, porque a gente começa a se ocupar de nós mesmos. O que nos interessa não é uma vingança histórica, pelo contrário: a gente deseja justiça", finaliza Sérgio, cuja carreira musical também foca o tema: seu mais recente lançamento, Agbara Dudu, é algo como "Black Power" em Iorubá, língua africana.
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Neguinho do Kaxeta mostra um pouco de sua mais nova musica



confira a musica que em breve tambem estara em nosso canal , musica dedicada as mulheres independentes por neguinho do kaxeta


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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Alckmin sanciona leis que criam em SP dias estaduais do funk e do Fusca


Dia do funk será comemorado no estado em 7 de junho.
Data para o carro famoso será 3 de janeiro.


Dia do Fusca
O dia estadual do Fusca será comemorado em 3 de janeiro. O projeto de lei é de autoria do deputado estadual Chico Sardeli (PV). A data escolhida corresponde à data em que foi o Fusca nacional foi lançado, no dia 3 de janeiro de 1959, com o nome Sedan. Mais de 3 milhões de unidades do carro da Volkswagen foram produzidas no Brasil.

São Paulo ganha Dia Estadual do Funk; data é um tributo ao Mc Daleste


Bastante contestado por uns e igualmente amado por outros, o funk acaba de ganhar uma data simbólica em São Paulo. O governador Geraldo Alckmin sancionou, nesta quarta-feira (21), a lei que institui o dia 7 de julho como o Dia Estadual do Funk de São Paulo.
De autoria da deputada Leci Brandão(PCdoB), o  Dia Estadual do Funk de São Paulo tem como justificativa permitir que os artistas desse estilo musical sejam reconhecidos e “protegidos contra qualquer tipo de discriminação e de desrespeito aos seus direitos profissionais”.
Em conversa com o jornal Folha de S. Paulo, a deputada explicou que a data é homenagem a Daniel Pedreira Pellegrine, o Mc Daleste, assassinado na madrugada de 7 de julho de 2013. Segundo Leci Brandão, após a morte de Daleste, muitos artistas procuraram-na para pensar políticas públicas voltadas ao movimento cultural. Ter  um dia específico no calendário oficial é um primeiro passo para “acabar com o preconceito”, diz.

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