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Kings of the ghetto foi criada em 2007 por Andre F Souza no intuito de divulgar o funk pelo Brasil ,firmamos parcerias pelo rio de janeiro baixada santista e por toda são paulo , o nome da firma estava em todas baladas e de sp e espalhada por toda a cidade, participamos de muitos eventos e festa no meio do ritmo em 2010 virou fenômeno no youtube com milhares de viwer , e logo adiante em 2013 formado a equipe Kings of the Ghetto Equipe , que onde chegava causava bagunça festa e muita alegria e um pouco de revolta também . E a caminhada continua quer se juntar a esse monte de malucos é so entrar em contato com os diretores

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domingo, 1 de abril de 2018

Abril trágico: mortes de 6 funkeiros paulistas seguem sem solução

Na capital, MC Zói de Gato morreu em acidente de carro. No litoral, DJ Felipe e os MCs Felipe Boladão, Duda do Marapé, Primo e Careca foram mortos a tiros

O mês de abril é de luto no funk paulista. Cinco MCs e um DJ incentivadores do ritmo morreram antes de o estilo se tornar um dos maiores sucessos de São Paulo.
De 2009 a 2012, Zói de Gato, Felipe Boladão e DJ Felipe, Duda do Marapé, Primo e Careca, nesta ordem, morreram enquanto tentavam colocar o funk de São Paulo no cenário nacional.
Com exceção do MC Zói de Gato, vítima de um acidente de carro na capital, todos os artistas foram assassinados a tiros no litoral paulista. Segundo informações da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo), ninguém foi preso. O MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo) vai além: não existe nenhum suspeito e todos casos foram arquivados sem resolução.
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terça-feira, 27 de março de 2018

Motorista morre após Camaro do MC Brisola bater em poste e partir ao meio em SP

MC de funk estava no banco do passageiro do veículo e sofreu ferimentos leves. Acidente ocorreu na Rodovia Fernão Dias.


ma pessoa morreu em um acidente envolvendo um Camaro na Rodovia Fernão Dias, na madrugada desta segunda-feira (26), no trecho da Zona Norte de São Paulo. O carro colidiu contra um poste e, com o impacto, se partiu ao meio. Duas pessoas estavam no veículo e o motorista morreu, segundo informações da Polícia Rodoviária Estadual.
O outro passageiro era o cantor de funk MC Brisola, o Silas Santos Rodrigues, de 24 anos, proprietário do veículo, de acordo com os bombeiros. Ele estava no banco do passageiro e foi socorrido com ferimentos leves ao hospital.
O acidente ocorreu por volta das 3h40, na altura do km 88 da Fernão Dias, na pista lateral, no sentido São Paulo, perto da Rodovia Presidente Dutra. Uma faixa da pista local da rodovia está interditada com o acidente e motoristas enfrentam lentidão na região.
O caso deve ser registrado no 2º Distrito Policial de Guarulhos, na Grande São Paulo.
No início da tarde, post no Facebook de Brisola informava que o MC "está bem e em recuperação, e já se encontra em casa".



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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

MC Neguinho do Kaxeta é detido por dirigir sem CNH após perseguição policial

cantor Júlio César Ferreira, conhecido como MC Neguinho do Kaxeta,
 foi detido na manhã desta segunda-feira (8) em São Vicente,
 no litoral de São Paulo. Segundo informações da polícia, o MC tentou furar
 um bloqueio policial e iniciou uma perseguição. Ao interceptarem o 
cantor, a polícia descobriu que ele dirigia com a Carteira de
 Habilitação Nacional (CNH) cassada e com o documento do veículo vencido.


Ainda de acordo com a polícia, Neguinho do Kaxeta foi abordado 
na Rua Mascarenhas de Moraes, mas ignorou a solicitação de 
parada dos policiais e acelerou o veículo para tentar fugir. 
Em fuga, os policiais conseguiram alcançar o cantor na Avenida 
Capitão-Mor Aguiar e, durante averiguação, foi constatado que
 o documento do veículo está atrasado desde 2016 e o MC dirigia com a CNH cassada.


Ao chegar na delegacia, o MC se recusou a fazer o teste do
 bafômetro e, por isso, foi levado para o Instituto Médico Legal 
(IML), onde realizaria exames clínicos, ainda nesta segunda-feira,
 para constatar se ele dirigia o veículo alcoolizado ou não.
 O caso foi registrado na Delegacia Sede de São Vicente, 
onde deverá ser investigado nos próximos dias.


Considerado um dos principais nomes do funk da atualidade,
 Neguinho do Kaxeta coleciona vários sucessos. 
Um dos seus vídeos mais recentes publicados no 
Youtube, com a música 'Preta', acumula mais de 55 milhões de 
visualizações em menos de cinco meses. Outras músicas como 
'Problemático' e 'Atmosfera' acumulam 40 e 13 milhões de visualizações respectivamente.



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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Mr. Catra passou um perrengue, mas vai muito bem, obrigado

Foto: Cortesia – Gustavo Felix // Tudo em Pauta Comunicação
Wagner Domingues Costa, o Mr. Catra, é uma das maiores figuras da história do funk carioca, uma verdadeira “lenda viva do funk”. Por conta disso, tudo o que acontece com ele, seja na vida pessoal ou profissional, chama a atenção de todos. Semana passada, ele deu um susto em geral sendo internado no Hospital do Coração (HCor), em São Paulo. Mas já adianto que está tudo bem com o “papai”, eu mesmo falei com ele, que contou ao Portal KondZilla sobre as dificuldades deste ano de 2017 e os planos para o futuro. Saca só.

Foto: Gustavo Felix // Divulgação
Na manhã desta terça-feira (12), Mr. Catra reuniu a imprensa para explicar direitinho o que anda acontecendo. Logo de cara, o funkeiro confirmou o que muita gente já suspeitava: ele está com um câncer no estômago. Mas fique calmo, ele esta bem e explicou que está tudo sob controle (mesmo sendo um câncer).


“Chamei vocês [imprensa] para tranquilizar todos, principalmente meus fãs e filhos por aí”, brinca Catra. “No começo deste ano, fiz uma endoscopia e descobri que estava com câncer. Comecei o tratamento na hora, estava tudo correndo bem, mas na última semana acabei viajando pro Acre, depois fui para Foz do Iguaçu. Por conta do cansaço e outras coisas, tive uma pancreatite (inflamação do pâncreas). Hoje faltam duas sessões de quimioterapia para eu acabar o tratamento. O câncer já está controlado”, completa o cantor que tem cirurgia marcada para janeiro, quando irá retirar o tumor em questão.
Foto: Gustavo Felix // Divulgação
O “papai” está se recuperando muito bem. O câncer não derrubou o artista que está próximo dos 50 anos de idade, mas com vigor físico de dar inveja em muito rapaz. Por conta doença, Catra já anunciou que vai dar uma desacelerada na agenda e ficar “de boa” nesse verão. 2017 pode até terminar bem pro funkeiro, mas não vem sendo um dos melhores anos da sua vida. Além da doença, o cantor destacou a perda de amigos – alguns deles do mundo do funk -, além de outras dificuldades, como a situação política do país.
“Até peço desculpa aos fãs, pois vou ter que dar uma reduzida na agenda de shows. Esse verão não vai ser igual aos outros, não vai ter tanta festa. Mas já já tô de volta, com o motor V8 daquele jeito”, diz, sem perder o senso de humor. “Este 2017 foi um ano triste, vários amigos se foram e o país está mais doente que eu”, desabafa. Entretanto, essa doença não foi párea para vencer Mr. Catra, que mantém sua fé inabalável.
Foto do videoclipe “Tudo Errado” – Foto por: Léo Caldas // Portal KondZilla
Se o Portal KondZilla trombou o Mr. Catra, é claro que tínhamos trocar uma idéia daora. Deixando a doença de lado, perguntamos pro “papai” sobre os planos para o futuro e como vai ficar sua vida profissional nesse verão.
“Nesse período entre as duas últimas sessões de quimioterapia, a cirurgia e meu período de recuperação, vou lançar tudo que tenho guardado”, conta. “Vou lançar discos que formarão uma coletânea de vários ritmos: tem rock, tem funk, tem sertanejo. Esse verão vai ser de bastante produção e menos shows. Vocês não vão me ver, mas vão me escutar bastante”, diz.
Catra encheu a boca para falar do 150 BPMParceiro do DJ Polyvox, responsável pela criação da batida que fez a cabeça de uma nova geração, o funkeiro conta que já fez trabalhos com a novidade das terras fluminenses. Mesmo sendo relíquia do funk, o “papai” se mostrou bem aberto as novidades.

“Sendo bem direto, o 150 BPM é revolucionário. Eu achei essa novidade maneira, vi muitas coisas da África, uma parada bem eletrônica. O Polyvox é parceirão, já fiz trampos com ele e ainda vou fazer mais”, finaliza.
Firme e forte, Catra é uma referência pra muita gente. Até por isso, ele fez questão de reforçar a importância de cuidar da saúde. Como ele mesmo disse “tem coisas nessa vida que não tem preço” e nossa saúde é uma delas. Por isso, temos que tomar cuidado com a saúde e levar uma vida mais saudável possível. Para acalmar ainda mais a galera, o papai mandou o papo: “fiquem tranquilos que não vou deixar vocês órfãos”.
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

A cultura Sneaker no funk



Não é mais novidade para ninguém que gostar de tênis é uma cultura mundial (movimento intitulado sneakerhead). O desejo por ter uma coleção grande, com modelos raros e saber contar detalhe por detalhe do tênis – além de como adquiriu, valor e situação -, já está espalhado por todo o mundo. Inclusive no universo funk. Já falamos no texto da Oakley sobre o gosto apurado do público por uma tecnologia de primeira. Isso se estende para o paladar nos Whisky e Whiskeys. Quando o assunto é tênis, o desejo do público está em modelos que apresentam sua tecnologia de forma externa e o Portal KondZilla vai te falar sobre algum deles. Confira:

#Mizuno Wave 6
Desejado por muitos e símbolo de poder, o modelo Wave, da marca Mizuno, ficou popularmente conhecido como “Mizuno de 1000” e adivinhe só o motivo. Com o preço na casa do milhar, a compra é salgada, mas o status é o mel.

O modelo foi produzido especialmente para corridas, tem a tecnologia Wave Prophecy que te ajuda na pisada e na corrida. Pode ser usado tanto em pistas, como no ambiente urbano. Rodam na internet resenhas dizendo que a marca japonesa acertou na tecnologia a partir da 4ª geração. Mesmo que você não seja um corredor aficionado, da pra tirar muita onda portando um mizunão nos bailes.
#Nike Flyknit AirMaxA Nike é uma das marcas mais conceituadas quando o assunto é esportes. Não tem pra ninguém, os caras detonam mesmo e estão presentes em quase todos os esportes que você possa imaginar: futebol, basquete, tênis, golf, e também na corrida – onde investem muitos recursos em tecnologia.
Fique atento com a marca porque um mesmo modelo pode ter diversos outros sub-modelos. Por exemplo o Airmax , que é um dos carros chefe da marca americana, mas falaremos apenas do sub-modelo Flyknit. O exemplar, lançado em 2014, veio com a proposta de (mais uma vez) revolucionar o desempenho de atletas de corrida. Sua tecnologia e genialidade encontram-se na trama do tênis, construída como se fosse um crochê. Assim, a quantidade de material usado para fazê-lo foi menor, o que o deixou mais leve e confortável. Além das cores neon, um detalhe a parte.
#Nike Shox
Outra da família da Nike que já circulou muito no funk é o Nike Shox 4 (ou 12 molas). Com o lançamento da linha no começo dos anos 2000, a “Shox” sempre chamou a atenção pelo seu sistema de amortecimento que é externo, pelas cores e, claro, pelo preço. O “quatro molas”, como ficou conhecido um modelo específico da linha Shox, possui 4 colunas de amortecimento no calcanhar, normalmente em uma cor bem diferente da do resto do tênis. Isso não era regra, pois também era possível encontrar modelos numa cor só ou onde o amortecimento combinava com a cor do corpo do tênis. A vontade de possuir um par ficou ainda maior quando surgiu o Nike Shox TL, o famoso “12 molas”. O modelo – que ficou especialmente popular no Brasil – foi reinventado diversas vezes, e ainda hoje, mais de 15 anos depois de seu lançamento, se mantém no gosto do brasileiro.
#Puma Disc
Agora estamos em 2011, enquanto o Boy do Charmes mandava o papo: “Bota o Puma Disc que hoje tem baile” uma nova moda surgiu. Esse modelo, bem conhecido nos bailes funk, é mais antigo do que você imagina. Com seus 25 anos de vida, o modelo, que já está aí na praça há mais tempo que muita gente, foi reinventado diversas vezes desde o seu surgimento nos anos 90, sempre ligado à performance dos atletas. Após os excelentes resultados em provas de corrida, a empresa alemã começou a mudar seu público. Daí em diante, atletas de basquete e esportes olímpicos, como salto em distância, começaram a usar versões do Puma Disc.
Quando foi lançando, o formato inovador teve algumas dificuldades financeiras no mercado. Alguns anos depois e algumas mudanças, o modelo Disc foi ‘descontinuado’, sendo retomado apenas 20 anos depois, no começo dos anos 2010. Desta vez mais voltado ao estilo urbano do que às pistas.
O maior diferencial do Puma Disc é o seu sistema de ajuste sem cadarços – representado pelo famoso disco na frente do tênis. Ele é considerado o mais rápido do mundo, além de ser uma característica exclusiva do modelo e chamar muita atenção.
#Adidas Springblade
O Adidas SpringBlade é garantia de se destacar, não importa a cor dele. Atenção para a combinação mais famosa: laranja e preto. Aí meu amigo, não tem pra ninguém. É sucesso na certa. A linha possui diversos valores e cores, mas os mais desejados chegavam na casa do milhar. Atualmente, é possível encontrar os modelos que eram os mais caros da linha por valores muito mais baixos do que na época do lançamento – o que aí vale mais a pena.
A característica mais marcante do SpringBlade está no sistema de amortecimento e propulsão, mais especificamente no desenho dele. O sistema é composto por 16 “lâminas”, cujo desenho serviriam não apenas para amortecer o impacto, mas para projetar o pé e o corredor para frente ao invés de jogá-lo para cima. A linha continua ativa com algumas melhorias, caso do Solyce, apresentado em janeiro deste ano e trouxe uma forma de ajuste sem cadarços como inovação, além do já chamativo sistema de amortecimento.
#Oakley Hardshell
A Oakley provavelmente é a marca favorita do universo funk, tanto que nós já escrevemos sobre um dos produtos mais desejados da marca: o Juliet, modelo da família X-Metal. Como a maioria dos produtos da marca do O, esse tênis também tem material de primeira e a qualidade é mais um dos diferenciais.
O tênis foi inspirado em coturnos e outros aparatos militares, por isso sua sola tem aquele visual agressivo. Diferente dos outros sneakers desta humilde matéria, a tecnologia usada no Hardshell não é para deixar o tênis mais leve nem melhorar o desempenho na corrida. Como o nome diz (HardShell em tradução livre: concha dura), o modelo é resistente ao uso em lugares sem asfalto, com pedras e terra, adequado a esportes como trekking. Até a categoria de venda é diferente: enquanto a maioria dos tênis citados aqui são para corrida, este aqui se encontra na categoria “Outdoor”.
Bônus: #Redley
Desde que o bonde da Chatuba de Mesquita anunciou que andava de Redley, a marca popular no Rio de Janeiro caiu no funk com o hino universitário. A Redley tem como característica tênis leves e resistentes, voltados ao público do surf. E como no Rio tem “futebol, cerveja, chopp gelado, muita praia e muito sol”, não seria de estranhar a marca cair no gosto do público. Agora resta saber se ela chegou aqui na capital paulista, terra dos modelos com tecnologia exposta.

Fonte : Konzilla.com
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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Mc Guime + KondZilla + Sorocaba + Fernando Luna falando sobre vídeos na internet para o Digital Music Experience.

Conversa boa com MC Guimê, Kondzilla e Sorocaba no festival Digital Music Experience — música popular (mesmo!) brasileira é isso aí.


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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Funk brasileiro é tema de episódio de série global sobre impactos na música

minidocumentário realizado pela plataforma de streaming de áudio SoundCloud. "Visão" é o último dos seis episódios de "Next Wave", que destaca histórias e sons de pessoas que impactam a cultura musical de comunidades ao redor do glob
O vídeo, disponível a partir desta segunda (30) no canal do serviço no YouTube, mostra como o gênero rompeu a bolha da favela e passou a ser ouvido fora dela. Essa expansão se reflete em dados do SoundCloud que apontam um aumento de 52% no número de faixas atreladas ao funk brasileiro que foram divulgadas na plataforma desde 2015.

Em entrevistas com artistas que usam ou já usaram o serviço para dar vazão à produção, como MC Bin Laden e DJ Polyvox, o breve capítulo passa pela origem e evolução do gênero, abordando o preconceito e as diferenças entre o funk carioca e o paulista.

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