Quem Somos

Kings of the ghetto foi criada em 2007 por Andre F Souza no intuito de divulgar o funk pelo Brasil ,firmamos parcerias pelo rio de janeiro baixada santista e por toda são paulo , o nome da firma estava em todas baladas e de sp e espalhada por toda a cidade, participamos de muitos eventos e festa no meio do ritmo em 2010 virou fenômeno no youtube com milhares de viwer , e logo adiante em 2013 formado a equipe Kings of the Ghetto Equipe , que onde chegava causava bagunça festa e muita alegria e um pouco de revolta também . E a caminhada continua quer se juntar a esse monte de malucos é so entrar em contato com os diretores

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Kings of the Ghetto volta a todo vapor no youtube

Depois de alguns meses parado o youtube da firma volta ativa 
e com vários lançamentos e links para Download

Confira a incrível Playlist Abaixo




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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Anitta ensina "sarrada" a produtor de Justin Bieber: "aqui todos curtem funk"

Um curioso vídeo publicado nas redes sociais mostra a cantora Anitta ensinando a "sarrada" ao produtor Josh Gudwin, que trabalha com Justin Bieber. O passo de dança é popular, em especial, no funk. 















           

                                                                                            Momento de descontração foi registrado emviagem da artista aos EUA

O vídeo foi gravado enquanto Anitta esteve de passagem pelos Estados Unidos. A artista, que tem agido para dar início a uma carreira internacional, esteve na terra do Tio Sam para realizar trabalhos relacionados ao lançamento da música "Switch", gravada em parceria com Iggy Azalea

Apesar da viagem ter sido a trabalho, Anitta também aproveitou para se divertir. E um desses momentos de descontração envolveu a "sarrada" com Josh Gudwin. Na ocasião, ela também apresentou músicas de funk produzidas no Brasil ao produtor e a outros estrangeiros. 

Ao longo dos vídeos, que estiveram presentes no seu Instagram Stories ao longo da última quarta-feira (26), Anitta também deu um "recado" àqueles que criticam o funk no Brasil. "Só quem fala mal de funk são vocês mesmo, aqui todo mundo gosta", afirmou, em tom de brincadeira.

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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Estrela do funk, MC Livinho jogará futebol 7 por clube paulista

Convite para músico atuar pelo Audax foi feito por Vampeta durante show de Ludmilla. Sonho de MC Livinho é jogar profissionalmente pelo Corinthians, seu clube de coração

MC Livinho terá uma profissão extra em 2017. Após brilhar nas peladas beneficentes de final de ano, o cantor de funk jogará pela equipe de futebol 7 do Audax, categoria semelhante ao futebol society. O autor do hit "Cheia de Marra" não terá moleza no clube paulista. Viverá uma vida de jogador: treinará e receberá salário, mas não deixará a música de lado. A estreia pode ser neste sábado, às 15h15 (de Brasília), contra a Portuguesa, na Arena Nacional, pela segunda rodada da Copa Nacional. 
– Vai ser só caixa. Sempre gostei de jogar em peladinha de rua, mas nunca fiz teste. A única coisa que fiz primeiro antes de jogar, foi cantar. Comecei aos quatro anos. Eu quero jogar para mostrar que eu jogo bem, que eu gosto de futebol. Não meto a cara em coisa que eu não sei. Tudo o que eu faço, eu faço bem. Os caras do Santos até me chamaram para treinar, mas fica longe ir para lá – afirmou MC Livinho ao GloboEsporte.com.
O convite para o funkeiro atuar pelo Audax foi feito por Vampeta durante show da cantora Ludmilla, em uma famosa balada paulistana. O presidente do Audax ficou encantado pela atuação de MC Livinho no amistoso beneficente entre Santos 1995 x Santos 2002. O jogo aconteceu no último 16 de dezembro, na Vila Belmiro. O músico fez cinco gols na partida, que também teve a presença de Elano, Tchê Tchê e Marcos Assunção.
MC Livinho Santos (Foto: Arquivo Pessoal)MC Livinho no vestiário da Vila Belmiro antes de amistoso beneficente (Foto: Arquivo Pessoal)
– Tinha levado minha filha no show da Ludmilla e encontrei o Livinho lá. Estava com o Pepê (Junior, diretor de comunicação do Audax). Falei: "Pô, leve ele logo para o time". Não vai atrapalhar em nada a vida dele. Já até tinha falado antes com o Livinho, mas lá confirmou. Ele joga bem. Jogamos juntos toda terça em um racha. Ele é bem dedicado. Faz até treino a parte nos outros dias da semana. Não descarto levá-lo para o profissional do Audax. Tudo é possível – contou Vampeta, o presidente do Audax.
Como a categoria futebol 7, que possui as mesmas regras do futebol society, ainda não é completamente profissional, os jogadores treinam uma vez durante a semana. A ideia é que o músico participe de todas atividades, assim como qualquer outro jogador do Audax, já que também será assalariado – ele receberá R$ 10 mil por mês. Apesar disso, MC Livinho assegura que a prioridade ainda é a música.
– Vida de músico em primeiro lugar. É o meu sustento. Não posso sair da música para jogar bola, que é o sonho, o hobby – disse o funkeiro.
Mas esta situação pode mudar. O sonho do autor de hits consagrados como "Cheia de Marra" e "Tudo de Bom" é um dia se tornar jogador profissional, principalmente pelo Corinthians, seu clube de coração.
– Pensar, eu penso. Todo sonho é possível. Quem sabe algum dia acontece? Sou maloqueiro, como não seria corintiano? Se eu jogasse pelo Timão, eu ia acabar com tudo, só caixa. Vampeta é um ídolo que tenho, assim como Marcelinho, Edilson, Romarinho... Esses eram pica – finalizou MC Livinho. 

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sábado, 19 de novembro de 2016

Quando vou a um baile funk, percebo a sonhada democracia racial', diz Sérgio Loroza


Ator fala sobre racismo no País e suas consequências no mundo artístico


Conhecido do grande público por seus diversos papéis em filmes e programas de TV, o ator e cantor Sérgio Loroza falou ao E+ a respeito da presença do negro na TV e na sociedade brasileira às vésperas do Dia da Consciência Negra.

Para ele, ainda que falte muito a ser conquistado em termos de igualdade racial, a data precisa ser festejada. "Eu sou o típico fruto dessa luta, que começou há muito tempo. Acho que todas as minhas vitórias são pequenas comparadas com nosso povo, mas é necessário comemorar. Até porque a gente é bom de festa pra caramba! Quando a gente celebra, acaba propondo uma diferença de atitude para as pessoas, de uma maneira geral", disse.
Sobre a presença de negros em papéis na televisão, Loroza adota uma postura crítica: "Ainda é muito pouca, muito menor do que nossa realidade. Infelizmente, no Brasil, nós somos a maioria em presídios, delegacias e penitenciárias. Nos lugares bons, somos poucos". Ele ainda frisa que o pouco destaque nos trabalhos também acaba sendo prejudicial para a representatividade: "São personagens que não têm tanta relevância dentro da trama, e isso é ruim porque as pessoas acabam não se identificando, não se se vendo ali, retratadas".

O ator também fala de suas próprias experiências de vida para debater sobre as formas de perceber a desigualdade: "Por ser ex-favelado e artista, eu tenho acesso a todas as camadas sociais. Quando vou a um baile funk, por exemplo, percebo que existe essa sonhada 'democracia racial'. Ali tá todo mundo 'junto e misturado': japonês, nordestino, branco, preto. Mas quando vou num hotel fino, aí sou eu e mais cinco [negros], sendo que três são seguranças e dois são faxineiros".
"Com mais gente tendo possibilidade de estar no topo, na parte de cima da pirâmide, aliviaria o preconceito. Não seria tão estranho que o negão dentro de um carro de luxo não seja só o motorista, ou que o de terno não seja só segurança ou pastor", complementa.
Loroza também é crítico do pensamento que costuma reduzir a relevância ou até mesmo a existência do preconceito racial em nossa sociedade. "Tem que parar esse discurso de 'somos só a raça humana' e passar a realmente dar chance pra galera da 'raça humana' que tenha a coloração da pele um pouquinho mais escura. Evidentemente quando eu falo isso, uma galera vai dizer que é 'mi mi mi'. Eu digo que eles fazem 'mi mi mi' do 'mi mi mi', porque não querem nem dar o direito da gente reclamar, de chorar, gritar de dor. Pô, isso aí é muita crueldade".
"Eu sou esperançoso. Acho que estamos no caminho. A possibilidade de deixar que os negros tenham lugar de fala é importante pra caramba, porque a gente começa a se ocupar de nós mesmos. O que nos interessa não é uma vingança histórica, pelo contrário: a gente deseja justiça", finaliza Sérgio, cuja carreira musical também foca o tema: seu mais recente lançamento, Agbara Dudu, é algo como "Black Power" em Iorubá, língua africana.
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Neguinho do Kaxeta mostra um pouco de sua mais nova musica



confira a musica que em breve tambem estara em nosso canal , musica dedicada as mulheres independentes por neguinho do kaxeta


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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Alckmin sanciona leis que criam em SP dias estaduais do funk e do Fusca


Dia do funk será comemorado no estado em 7 de junho.
Data para o carro famoso será 3 de janeiro.


Dia do Fusca
O dia estadual do Fusca será comemorado em 3 de janeiro. O projeto de lei é de autoria do deputado estadual Chico Sardeli (PV). A data escolhida corresponde à data em que foi o Fusca nacional foi lançado, no dia 3 de janeiro de 1959, com o nome Sedan. Mais de 3 milhões de unidades do carro da Volkswagen foram produzidas no Brasil.

São Paulo ganha Dia Estadual do Funk; data é um tributo ao Mc Daleste


Bastante contestado por uns e igualmente amado por outros, o funk acaba de ganhar uma data simbólica em São Paulo. O governador Geraldo Alckmin sancionou, nesta quarta-feira (21), a lei que institui o dia 7 de julho como o Dia Estadual do Funk de São Paulo.
De autoria da deputada Leci Brandão(PCdoB), o  Dia Estadual do Funk de São Paulo tem como justificativa permitir que os artistas desse estilo musical sejam reconhecidos e “protegidos contra qualquer tipo de discriminação e de desrespeito aos seus direitos profissionais”.
Em conversa com o jornal Folha de S. Paulo, a deputada explicou que a data é homenagem a Daniel Pedreira Pellegrine, o Mc Daleste, assassinado na madrugada de 7 de julho de 2013. Segundo Leci Brandão, após a morte de Daleste, muitos artistas procuraram-na para pensar políticas públicas voltadas ao movimento cultural. Ter  um dia específico no calendário oficial é um primeiro passo para “acabar com o preconceito”, diz.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Empreendedor cria marca de roupas referência dando oportunidade a presidiárias

Certas histórias de vida conseguem alcançar o verdadeiro sucesso, para muito além do êxito financeiro, mas fazendo verdadeira diferença para a sociedade e as pessoas. Acompanhe o caminho de empreendedorismo, responsabilidade social, parceria e superação de Jeferson Santos e sua marca de roupas e acessórios EgossS para entender a trajetória que fez até mesmo um tubarão chorar.


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Empreendedor

Jeferson veio da periferia, criou a EgossS há três anos com um investimento de 50 mil reais e não se envergonha de dizer que fez tudo sem formação administrativa, somente com sua dedicação absoluta e a inspiração de investir no que acredita e ama. Hoje a empresa lucra mais de 2 milhões de reais por ano como uma marca de roupas e acessórios para o público funk, inspirada na cultura Hip Hop americana, com sua linha toda criada pelo próprio Jeferson.

“São roupas diferenciadas, voltadas para o artista, para a balada, para a noite. Você não encontra em qualquer lugar”, afirma Jeferson. O segredo desse empreendedor e lutador foi trabalhar 24 horas por dia, sem descansar pelos últimos três anos. O diferencial de sua linha de produção, que oferece um caráter ainda mais empreendedor e profundamente transformador na vida de seus funcionários é que 80% de sua fabricação das roupas e bonés da marca é feito por presidiárias.

A utilização do trabalho das detentas do presídio feminino de Santana foi realizada em parceria com o Governo de São Paulo, permitindo uma redução de até 40% no custo de fabricação das peças da EgossS – que hoje são utilizadas por diversos artistas do universo do Hip Hop e do Funk, e por jogadores de futebol, gerando uma intensa mídia espontânea.

Além do salário pago às detentas, cada 3 dias de trabalho significa um dia de redução na pena das presas. Assim, além de possibilitar um produto mais barato em sua fabricação, a empresa ajuda na ressocialização dessas pessoas, empoderando mulheres em situação de detenção e abrindo as possibilidades para a reintegração dessas mulheres à sociedade.

Foi essa inspiradora história que levou a EgossS não só a ser selecionada para participar do programa Shark Tank – Negociando com tubarões, que reúne grandes investidores a fim de criarem parcerias com empreendedores brasileiros, como a levar um desses tubarões a assinar a parceria com lágrimas nos olhos. A história de superação e êxito de Jeferson emocionou de tal forma Camila Farani, uma das principais investidoras-anjo do país e um dos tubarões do programa, que ela decidiu por investir na EgossS.

FONTE : http://www.hipernoticia.com.br
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