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Kings of the ghetto foi criada em 2007 por Andre F Souza no intuito de divulgar o funk pelo Brasil ,firmamos parcerias pelo rio de janeiro baixada santista e por toda são paulo , o nome da firma estava em todas baladas e de sp e espalhada por toda a cidade, participamos de muitos eventos e festa no meio do ritmo em 2010 virou fenômeno no youtube com milhares de viwer , e logo adiante em 2013 formado a equipe Kings of the Ghetto Equipe , que onde chegava causava bagunça festa e muita alegria e um pouco de revolta também . E a caminhada continua quer se juntar a esse monte de malucos é so entrar em contato com os diretores

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

A cultura Sneaker no funk



Não é mais novidade para ninguém que gostar de tênis é uma cultura mundial (movimento intitulado sneakerhead). O desejo por ter uma coleção grande, com modelos raros e saber contar detalhe por detalhe do tênis – além de como adquiriu, valor e situação -, já está espalhado por todo o mundo. Inclusive no universo funk. Já falamos no texto da Oakley sobre o gosto apurado do público por uma tecnologia de primeira. Isso se estende para o paladar nos Whisky e Whiskeys. Quando o assunto é tênis, o desejo do público está em modelos que apresentam sua tecnologia de forma externa e o Portal KondZilla vai te falar sobre algum deles. Confira:

#Mizuno Wave 6
Desejado por muitos e símbolo de poder, o modelo Wave, da marca Mizuno, ficou popularmente conhecido como “Mizuno de 1000” e adivinhe só o motivo. Com o preço na casa do milhar, a compra é salgada, mas o status é o mel.

O modelo foi produzido especialmente para corridas, tem a tecnologia Wave Prophecy que te ajuda na pisada e na corrida. Pode ser usado tanto em pistas, como no ambiente urbano. Rodam na internet resenhas dizendo que a marca japonesa acertou na tecnologia a partir da 4ª geração. Mesmo que você não seja um corredor aficionado, da pra tirar muita onda portando um mizunão nos bailes.
#Nike Flyknit AirMaxA Nike é uma das marcas mais conceituadas quando o assunto é esportes. Não tem pra ninguém, os caras detonam mesmo e estão presentes em quase todos os esportes que você possa imaginar: futebol, basquete, tênis, golf, e também na corrida – onde investem muitos recursos em tecnologia.
Fique atento com a marca porque um mesmo modelo pode ter diversos outros sub-modelos. Por exemplo o Airmax , que é um dos carros chefe da marca americana, mas falaremos apenas do sub-modelo Flyknit. O exemplar, lançado em 2014, veio com a proposta de (mais uma vez) revolucionar o desempenho de atletas de corrida. Sua tecnologia e genialidade encontram-se na trama do tênis, construída como se fosse um crochê. Assim, a quantidade de material usado para fazê-lo foi menor, o que o deixou mais leve e confortável. Além das cores neon, um detalhe a parte.
#Nike Shox
Outra da família da Nike que já circulou muito no funk é o Nike Shox 4 (ou 12 molas). Com o lançamento da linha no começo dos anos 2000, a “Shox” sempre chamou a atenção pelo seu sistema de amortecimento que é externo, pelas cores e, claro, pelo preço. O “quatro molas”, como ficou conhecido um modelo específico da linha Shox, possui 4 colunas de amortecimento no calcanhar, normalmente em uma cor bem diferente da do resto do tênis. Isso não era regra, pois também era possível encontrar modelos numa cor só ou onde o amortecimento combinava com a cor do corpo do tênis. A vontade de possuir um par ficou ainda maior quando surgiu o Nike Shox TL, o famoso “12 molas”. O modelo – que ficou especialmente popular no Brasil – foi reinventado diversas vezes, e ainda hoje, mais de 15 anos depois de seu lançamento, se mantém no gosto do brasileiro.
#Puma Disc
Agora estamos em 2011, enquanto o Boy do Charmes mandava o papo: “Bota o Puma Disc que hoje tem baile” uma nova moda surgiu. Esse modelo, bem conhecido nos bailes funk, é mais antigo do que você imagina. Com seus 25 anos de vida, o modelo, que já está aí na praça há mais tempo que muita gente, foi reinventado diversas vezes desde o seu surgimento nos anos 90, sempre ligado à performance dos atletas. Após os excelentes resultados em provas de corrida, a empresa alemã começou a mudar seu público. Daí em diante, atletas de basquete e esportes olímpicos, como salto em distância, começaram a usar versões do Puma Disc.
Quando foi lançando, o formato inovador teve algumas dificuldades financeiras no mercado. Alguns anos depois e algumas mudanças, o modelo Disc foi ‘descontinuado’, sendo retomado apenas 20 anos depois, no começo dos anos 2010. Desta vez mais voltado ao estilo urbano do que às pistas.
O maior diferencial do Puma Disc é o seu sistema de ajuste sem cadarços – representado pelo famoso disco na frente do tênis. Ele é considerado o mais rápido do mundo, além de ser uma característica exclusiva do modelo e chamar muita atenção.
#Adidas Springblade
O Adidas SpringBlade é garantia de se destacar, não importa a cor dele. Atenção para a combinação mais famosa: laranja e preto. Aí meu amigo, não tem pra ninguém. É sucesso na certa. A linha possui diversos valores e cores, mas os mais desejados chegavam na casa do milhar. Atualmente, é possível encontrar os modelos que eram os mais caros da linha por valores muito mais baixos do que na época do lançamento – o que aí vale mais a pena.
A característica mais marcante do SpringBlade está no sistema de amortecimento e propulsão, mais especificamente no desenho dele. O sistema é composto por 16 “lâminas”, cujo desenho serviriam não apenas para amortecer o impacto, mas para projetar o pé e o corredor para frente ao invés de jogá-lo para cima. A linha continua ativa com algumas melhorias, caso do Solyce, apresentado em janeiro deste ano e trouxe uma forma de ajuste sem cadarços como inovação, além do já chamativo sistema de amortecimento.
#Oakley Hardshell
A Oakley provavelmente é a marca favorita do universo funk, tanto que nós já escrevemos sobre um dos produtos mais desejados da marca: o Juliet, modelo da família X-Metal. Como a maioria dos produtos da marca do O, esse tênis também tem material de primeira e a qualidade é mais um dos diferenciais.
O tênis foi inspirado em coturnos e outros aparatos militares, por isso sua sola tem aquele visual agressivo. Diferente dos outros sneakers desta humilde matéria, a tecnologia usada no Hardshell não é para deixar o tênis mais leve nem melhorar o desempenho na corrida. Como o nome diz (HardShell em tradução livre: concha dura), o modelo é resistente ao uso em lugares sem asfalto, com pedras e terra, adequado a esportes como trekking. Até a categoria de venda é diferente: enquanto a maioria dos tênis citados aqui são para corrida, este aqui se encontra na categoria “Outdoor”.
Bônus: #Redley
Desde que o bonde da Chatuba de Mesquita anunciou que andava de Redley, a marca popular no Rio de Janeiro caiu no funk com o hino universitário. A Redley tem como característica tênis leves e resistentes, voltados ao público do surf. E como no Rio tem “futebol, cerveja, chopp gelado, muita praia e muito sol”, não seria de estranhar a marca cair no gosto do público. Agora resta saber se ela chegou aqui na capital paulista, terra dos modelos com tecnologia exposta.

Fonte : Konzilla.com
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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Mc Guime + KondZilla + Sorocaba + Fernando Luna falando sobre vídeos na internet para o Digital Music Experience.

Conversa boa com MC Guimê, Kondzilla e Sorocaba no festival Digital Music Experience — música popular (mesmo!) brasileira é isso aí.


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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Funk brasileiro é tema de episódio de série global sobre impactos na música

minidocumentário realizado pela plataforma de streaming de áudio SoundCloud. "Visão" é o último dos seis episódios de "Next Wave", que destaca histórias e sons de pessoas que impactam a cultura musical de comunidades ao redor do glob
O vídeo, disponível a partir desta segunda (30) no canal do serviço no YouTube, mostra como o gênero rompeu a bolha da favela e passou a ser ouvido fora dela. Essa expansão se reflete em dados do SoundCloud que apontam um aumento de 52% no número de faixas atreladas ao funk brasileiro que foram divulgadas na plataforma desde 2015.

Em entrevistas com artistas que usam ou já usaram o serviço para dar vazão à produção, como MC Bin Laden e DJ Polyvox, o breve capítulo passa pela origem e evolução do gênero, abordando o preconceito e as diferenças entre o funk carioca e o paulista.

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sábado, 28 de outubro de 2017

Prêmio MultiShow reúne o melhor da música com muito funk

Foto: Reprodução / Instagram
Prêmio MultiShow é um dos principais prêmios de música do Brasil. Pra quem não conhece, o canal MultiShow se firmou como uma das principais plataformas de música e entretenimento da TV fechada brasileira, e há 23 anos realiza a premiação com grandes nomes da música nacional. Falando em música brasileira, não poderia faltar funk, e se tem funk, tem KondZilla. Os artistas da KondZilla Records e o diretor KondZilla estiveram no Rio de Janeiro e participaram da festa, e o Portal KondZilla conta pra você tudo o que rolou por lá.
Em 2017, o Prêmio MultiShow teve como tema “Música é o Poder” e contou com transmissão ao vivo no canal da TV e no YouTube. Realizado no espaço Rio Arena, o prêmio reuniu nomes importantes da música brasileira como Anitta, Caetano Veloso, Nego do Borel, Luan Santana, entre outros, e foi apresentado pelos comediantes Fábio Porchat e Tatá Werneck.
A KondZilla estava na disputa do prêmio de melhor videoclipe com o videoclipe “Tô Apaixonado Nessa Mina“, do MC Kevinho, com direção de Gabriel Zerra. Infelizmente não foi dessa vez que levamos o prêmio, e a estatueta acabou ficando com o cantor sertanejo Luan Santana, com o clipe de “Acordando o Prédio“. Já a KondZilla, está virando “convidado VIP” no Prêmio MultiShow. Em 2015, a produtora concorreu também ao prêmio de melhor clipe, mas na categoria de Júri Especializado, com “Tombei“, da Karol Conka e Tropkillaz, dirigido pelo próprio KondZilla.
“Eu queria um pouco de drama e comédia, mas nada que fosse difícil de entender. Algo para entretenimento e de fácil compreensão. Ao mesmo tempo, indiretamente, eu criei uma linguagem que valoriza a imagem da mulher, evitei erotismo e trabalhei a beleza e sensualidade de maneira bem limpa”, disse Gabriel, sobre o videoclipe.
Durante a premiação, os artistas da KondZilla Records animaram a galera presente no Rio Arena. MC Bin LadenDani RussoMC KekelMC Guimê e MC Kevinho, por um momento, fizeram a galera pensar que estavam assistindo um Baile do KondZilla no Rio de Janeiro. Rolou também uma cobertura de pré-evento, que contou com a participação do Mitico DJ, mais um artista da KondZilla Records.
A edição desse ano deu grande destaque para a música brasileira. Sons que retratam melhor a realidade do povo brasileiro e a diversidade de culturas existentes no país. Artistas do Norte ao Sul do país, com sotaques, estilos e características totalmente diferentes e que mostram o valor da música na vida de cada um. Uma mudança está acontecendo, e levando o tema do prêmio, a “música é o poder” dessa mudança.
Fonte : KondZilla.com
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

MC Guimê partiu para Dubai e gravou com K2RHYM


MC Guimê pode ser considerado uma espécie de embaixador do funk. O cara já rodou o mundo levando a música e a cultura do funk para diversos países ao redor do globo, sempre fazendo questão de lembrar de onde veio. Mais uma mostra de como o cria de Osasco é versátil é o mais recente trabalho com o rapper tunisiano K2RHYM, “Escobar 2“, que teve videoclipe dirigido pelo KondZilla e foi gravado em Dubai. Vai segurando, moleque!


Poucos lugares no planeta Terra podem representar tão bem essa parada de ostentação como Dubai. Com uma economia baseada no petróleo, a maior cidade dos Emirados Árabes Unidos é considerada a 27ª cidade mais rica do mundo.
A cidade também é conhecida por curiosidades como seu mercado de ouro, o Gold Souk, ou a polícia usar uma Lamborghini para patrulhar a cidade. Outra característica da cidade é a quantidade de prédios, entre eles o maior arranha-céu já feito pelo ser humano, o Burj Khalifa, com 828m de altura e 160 andares.

A viagem para Dubai, além do que cita a música “No Auge“, foi para gravar o videoclipe da música “Escobar 2” com o K2RHYM. Pra quem não conhece, o K2RHYM é um rapper que nasceu na Tunísia e, aos 15 anos, se mudou para França. Depois de fazer sucesso pela Europa, o cantor se aventurou em algumas collabs com ninguém menos que: Snoop DoggT-Pain e French Montana. Com um currículo mais que interessante, ele decidiu voltar para o Oriente Médio e disseminar a cultura do rap por lá também. K2RHYM chegou a concorrer ao prêmio de melhor artista do Oriente Médio pelo EMA, um dos maiores prêmios de música do mundo, e em 2015, faturou o prêmio de melhor rapper do Oriente Médio pela MC International Awards. Nada mal, hein?

Se o K2RHYM curte trabalhar com gente grande, ele acertou em cheio na escolha do MC Guimê para somar em “Escobar 2”. O cantor da Tunísia tem uma relação legal com o Brasil, e podemos dizer que Guimê também tem uma boa relação com o Oriente Médio. Na verdade, parece que o funkeiro chegou a prever o futuro. No seu último lançamento, “No Auge“, Guimê destaca em certa parte da música: “falando em passagem, partiu! Tô indo pra Dubai”. E ele foi mesmo!


Para entendermos um pouco melhor sobre como foram as gravações, trocamos uma ideia com um dos diretores da KondZilla Filmes, Felipe Schmidt, que participou das gravações em Dubai.
“É muito legal fazer essas viagens internacionais, poder levar o funk para fora do país, até porque, fora do Brasil, ainda não associam a KondZilla ao baile funk diretamente. O feedback também é legal, a galera elogia nosso profissionalismo e o resultado final”, explica Schmidt.
Quem acha que o funk não tem espaço pra crescer, tá muito enganado. Esse trampo do Guimê com o K2RHYM é só uma prova de como o baile funk se tornou uma cultura global e vem chamando a atenção de muita gente. Se você ainda não viu o resultado desse trabalho, é só chegar no Canal KondZilla e conferir.





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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Anitta desabafa sobre preconceito por ser 'favelada' e comenta seios à mostra

Cantora comentou sua apresentação no Prêmio Multishow

Rio - Anitta ganhou três troféus no Prêmio Multishow, na noite desta terça-feira, e desabafou sobre sua performance na premiação. "Rolou mais do que mamilos ontem no Prêmio Multishow", disse a cantora, brincando com o fato de ter deixado os seios à mostra em algumas partes de sua coreografia. 

A artista também comentou sobre as dificuldades da carreira e como foi vencer o preconceito por ter começado cantando funk e "ser favelada". "Um dia eu espero poder e conseguir mostrar pra vocês o quanto é difícil trilhar este caminho que escolhi sendo mulher, jovem, transparente e favelada. Crescer onde cresci, sem grana, sem estrutura, sem oportunidades, começar cantando o ritmo que sofria preconceito por maior parte da população, ser sensual, ser solteira (ok, agora finalmente não mais), livre, estudiosa, esforçada, trabalhadora, dedicada, independente, 'pegadora' e plastificada assumida num país 'conservador'", escreveu a cantora. 

Levando tudo na esportiva, Anitta brincou mais uma vez sobre seus seio terem acabado roubando a cena no evento. "Como tem que ter muito peito pra chegar até aqui. talvez o meu tenha crescido demais nessa jornada e tentou roubar a cena. Então... dos mais superficiais aos mais entendidos... acho que rolou, né?", finalizou.

Anitta se descuida e deixa seio à mostra no Prêmio Multishow


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terça-feira, 24 de outubro de 2017

“Ninguém vive de fama”: Praga, o ‘Caneta de Ouro’, conta sobre os bastidores da composição

Para muitos envolvidos com funk, a fama e o reconhecimento são formas naturais de ver que seu trabalho deu certo. Para um MC, o termômetro do sucesso é ver geral cantando a música que ele escreveu. Ou não, pois a essa altura do campeonato você já tá ligado que tem muito MC que não compõe suas músicas – o que está longe de ser um demérito. Para os compositores, a regra da fama e do reconhecimento não se aplica de forma constante. Na verdade, dá para contar nos dedos os caras que escrevem letras de funk e tem algum 
reconhecimento, e entre eles está o carioca Thiago Jorge Rosa dos Santos, 32, ou melhor, o Praga, autor dos sucessos “Vida Bandida I e Vida Bandida II“, clássicos interpretados pelo MC Smith, “10 Mandamentos“, interpretado pelo MC Menor do Chapa e MC Pedrinho, e o mais recente “O Crime Tá Aí“, cantado pelos MC Orelha e MC Menor do Chapa.
Autor de diversos sucessos, principalmente do funk carioca, Praga – apelido que ganhou do tempo de escola – é um cara de voz mansa (pra não dizer tímido, já que nossa conversa foi por telefone), mas de frases bem elaboradas e concisas. O talento de compor vem desde a infância – Thiago escreve letras de músicas desde os oito anos de idade -, mas esse papo de ser celebridade, famoso, não está nos planos do “Caneta de Ouro”. Seu desejo é ver cada vez mais suas músicas rodarem as pistas.
“O compositor trabalha nos bastidores, então é natural [a falta de reconhecimento]. Quando você faz uma música pro MC, é lógico que quem vai colher os frutos é o próprio MC. É natural a gente falar: ‘ah, a música do Roberto Carlos’, mesmo não sendo ele quem compôs. Então acho que o compositor, de funk ou de qualquer outra vertente, tem que ter essa noção”, explica, durante entrevista por telefone ao Portal KondZilla.


“Dono do ouro e da prata é Jesus, e ninguém leva nada da Terra” – Visão de Cria

Thiago também faz questão de dividir o pão, e aproveita para citar sobre o trabalho de “colegas compositores”, como os cariocas Léo da Zona Sul e Lano, os paulistanos 2N e B.Ó., além do já falecido MC Felipe Boladão. Morador da Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro, o compositor reconhece o valor e a importância das novidades que surgiram recentemente no funk carioca, como o arrocha-funk e o 150BPM, mas destaca que o consciente nunca perderá seu valor.
“O [funk] consciente tá voltando. O 150BPM é legal nos bailes, as coisas evoluem. Não dá pra ficar só no tamborzão”, opina. “Mas cada um tem seu espaço, o espaço do 150, por exemplo, é nos bailes, nas festas. Não conheço ninguém que fica escutando música em 150BPM no carro. Se a pessoa quiser escutar uma música com uma letra mais elaborada, tem que ser em 130BPM, pra poder assimilar a mensagem. E, cada um na sua, o funk só tende a evoluir”, finaliza.
Mas por quê um dos maiores compositores de funk carioca continua fazendo parceria com MC, sendo que ele poderia ganhar muito mais dinheiro vendendo suas composições por aí? É, parece que a realidade é outra, pois o sistema para ele conseguir receber o dinheiro que lhe é cabido pelas suas composições não funciona, e isso é o que mais chateia Praga.
“Falta respeito ao pessoal do funk. Pra você ter uma noção: quando registro uma letra, preciso fiscalizar onde minha música tá tocando, pra repassar a informação pros órgãos responsáveis e receber o dinheiro que me é devido. Agora, você imagina eu indo por aí, de baile em baile, vendo quando minha música vai tocar? Sem dúvidas, ganho mais dinheiro com minhas parcerias com MCs”, desabafa.

“A paz vira negócio onde a guerra prevalece” – O Crime Tá Aí

Essa realidade faz com que a carreira de compositor fiquei mais difícil do que já é, inclusive por quem trabalha no funk. A falta de profissionalismo, de reconhecimento, de pagamento justo, entre outras coisas, fazem com que ser compositor no funk se torne algo quase que indesejado. Porém, quando se tem talento e dedicação, tudo isso vem com o tempo.
Acompanhe o trabalho do Praga pelas redes: Facebook.


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